quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Fantasmas do século XX

Fantasmas do século XX"Joe Hill é uma das vozes mais firmes e seguras da nova ficção de terror e fantasia surgidas nos últimos anos." - Publishers Weekly
Fantasmas do século XX é muito mais do que um livro – é uma experiência sensorial assustadora e atraente.
Considerado o novo mestre do horror, Joe Hill apresenta 17 contos que passeiam por todas as vertentes da literatura de terror: do sobrenatural ao suspense, do thriller à fantasia.
Com um texto ágil, ácido, repleto de referências culturais, este livro tem o poder de suscitar sentimentos opostos, fazendo com que o leitor fique ao mesmo tempo aterrorizado com o rumo da história e empolgado com o ritmo da narrativa.
Em cada conto, por meio da trajetória de cada personagem – um adorável menino inflável; o filho de Van Helsing; um garoto seqüestrado que recebe ligações de um morto; um editor que se vê dentro de um conto de terror; um dono de cinema que se apaixona por um fantasma –, Hill dá vida aos nossos piores pesadelos, nos levando a refletir sobre as atrocidades de que o ser humano é capaz.
Profundos, sensíveis e perturbadores, os contos reunidos nesta coletânea permanecem vivos na mente do leitor até muito tempo depois de ele fechar o livro.
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"Esta coletânea vai agradar não só aos fãs de literatura de fantasia e horror mas também aos que apreciam o drama e o suspense. Talvez o aspecto mais poderoso deste livro seja a habilidade de Joe Hill de envolver o leitor num amplo espectro de emoções conflitantes, muitas vezes dentro da mesma história." - School Library Journal
Eddie Carroll é um editor de livros de terror. Ele achava que já sabia tudo sobre histórias de suspense até conhecer Peter Kilrue.
Francis Kay é um garoto estranho. Tão estranho que um dia acordou transformado em um gafanhoto gigante.
Arthur Roth é um jovem solitário – não é muito fácil fazer amigos quando se é o único menino inflável da cidade.
Morris Lerner tem o fantástico poder de construir passagens para outros mundos.
São personagens como esses que enchem as páginas de Fantasmas do século XX de adrenalina. Ao mesmo tempo assustadores e fascinantes, os contos reunidos aqui demonstram o talento de uma das maiores revelações dos últimos tempos na literatura de horror.
Autor de A estrada da noite, Joe Hill criou 17 histórias de suspense, drama, terror e fantasia norteadas pelo mesmo tema: a vulnerabilidade e a solidão humanas.
Dotado de uma incrível capacidade de narrar cenas perturbadoras com naturalidade e sutileza, Hill arrasta o leitor para dentro de suas tramas, tornando-o cúmplice delas.
Guiado pelas influências do clássico cinema de terror, da ficção científica e dos grandes mestres da literatura de horror, Hill imprime em seus textos um humor sombrio e uma suavidade que contrasta com a complexidade das histórias – o que reforça sua habilidade de surpreender a cada página.
Como um thriller psicológico dividido em pequenos capítulos, é impossível parar de ler este livro antes de chegar ao último conto – desde que você não esteja sozinho em casa.

Guardião de memórias


Guardião de memórias, O“Kim Edwards, uma romancista estreante, escreveu um livro de cortar o coração, alternadamente luminoso e sombrio, literário e cheio de suspense.” — Library Journal
O guardião de memórias é uma fascinante história sobre vidas paralelas, famílias separadas pelo destino, segredos do passado e o infinito poder do amor verdadeiro.
Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamen- te saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down.
Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, o Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assom- brará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu.
Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.
A força deste livro não está apenas em sua construção bem amarrada ou no realismo de seus personagens, mas principalmente na sua capacidade de envolver o leitor da primeira à última página.
Com uma trama tensa e cheia de surpresas, O guardião de memórias vai emocionar e mostrar o profundo – e às vezes irreversível – poder de nossas escolhas.
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“Absolutamente fascinante.” — Sue Monk Kidd, autora de A vida secreta das abelhas
Casados há poucos anos, Norah e David esperavam felizes a chegada de seu primeiro filho. Mas essa alegria duraria pouco: o destino havia preparado uma surpresa que mudaria para sempre a trajetória dos dois.
O que deveria ser uma boa notícia transforma-se num terrível pesadelo. Norah dá à luz duas crianças: Paul, um menino saudável, e Phoebe, portadora da síndrome de Down. Imediatamente, David lembra-se da complicada infância ao lado de uma irmã com a mesma doença. Desejando ardentemente poupar a esposa e a si mesmo desse sofrimento, ele decide expulsar a filha de suas vidas.
Mas o preço dessa decisão acaba sendo alto demais – e não há chance de voltar atrás. Pouco a pouco, a culpa corrói o núcleo da família, e durante os 25 anos seguintes cada um vai lentamente se fechando em torno de suas próprias angústias.
Atormentado pelo arrependimento, David fica obcecado por fotografar imagens de crianças, tentando compensar a saudade da filha. Norah, cada vez mais afastada da vida do marido, entrega-se ao álcool e a pequenas infidelidades, buscando em vão distrair-se da avassaladora dor da perda.
Enquanto isso, Paul sente na pele a rejeição dos pais, que parecem mais envolvidos na suposta morte da irmã do que na sua vida. Em outra cidade, porém, Phoebe cresce feliz e cercada de cuidados pela mãe adotiva, que luta para dar à menina uma vida digna e livre de preconceitos.
Com a rara habilidade de unir emoção e suspense, Kim Edwards explora as sutilezas das relações humanas e os dilemas de uma família que tenta seguir adiante, apesar de despedaçada. Ao mesmo tempo comovente e perturbador, O guardião de memórias é um livro inesquecível.

Diário de Suzana para Nicolas


Diário de Suzana para Nicolas, O

Depois de quase um ano juntos, o poeta Matt Harrison acaba de romper com Katie Wilkinson. A jovem editora, que não tinha qualquer dúvida quanto ao amor que os unia, não consegue entender como um relacionamento tão perfeito pôde acabar tão de repente.
Mas tudo está prestes a ser explicado. No dia seguinte ao rompimento, Katie encontra um pacote deixado por Matt na porta de sua casa. Dentro dele, um pequeno volume encadernado traz na capa cinco palavras, escritas com uma caligrafia que ela não reconhece: “Diário de Suzana para Nicolas”.
Ao folhear aquelas páginas, Katie logo descobre que Suzana é uma jovem médica que, depois de sofrer um infarto, decidiu deixar para trás a correria de Boston e se mudar para um chalé na pacata ilha de Martha’s Vineyard. Foi lá que conheceu Matt. E lá nasceu o filho deles, Nicolas.
Por que Matt teria lhe deixado aquele diário? Agora, confusa e sofrendo pelo fim do relacionamento, é nas palavras de outra mulher que Katie buscará as respostas para sua vida.
O diário de Suzana para Nicolas é uma história de amor que se constrói ao virar de cada página. Cada revelação é mais uma nuance sobre seus personagens. Cada descoberta é um fio a mais a ligar vidas que o destino entrelaçou.
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Sozinha em seu apartamento, Katie abaixou a cabeça quando terminou de ler o diário encadernado em couro. Colocou-o sobre o banquinho de madeira ao lado da banheira. Então começou a soluçar.
Sentiu o corpo estremecer. Jamais imaginaria o efeito perturbador que aquelas páginas poderiam ter sobre ela. A imagem de Suzana lhe veio à cabeça. Então pensou no pequeno Nicolas aos 12 meses de idade, com seus olhos azuis brilhantes.
Por fim, visualizou Matt. Pai de Nicolas. Marido de Suzana. Ex-namorado de Katie.
O que ela pensava de Matt agora? Não tinha certeza. Mas finalmente compreendia um pouco do que havia acontecido. O diário havia apontado pequenos traços do que ela precisava saber e lhe revelara segredos dolorosos de que talvez não quisesse tomar conhecimento.
Num romance que vai se reconstruindo a cada revelação, James Patterson conta histórias de amor que surpreendem página a página. Com leveza e sensibilidade, ele entrelaça os destinos da mulher que saiu do interior para fazer carreira em Nova York, da médica que se refugiou em uma ilha em busca de uma vida tranquila e do poeta sensível e carismático que conquistou o coração das duas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Caçador De Pipas




Esse livro foi meu primeiro,eu tinha uns quinze quando ganhei,eu não tinha muito saco para ler e então deixei ele pra la.
Esse ano eu achei ele e resolvi ler.Achei a historia LINDA e não consegui para de ler
É uma daquelas historias que fica na sua memoria por anos a fio.A leitura flui com uma leveza otima ele é super recomentado.

Ela conta a historia de dois garotos que moram em Calbul nos anos 70.Eles eram Amir e Hassan.  Amir era filho de um respeitado e rico homem,sua mãe morreu no pardo e seu relacionamento com seu pai não é lá essas coisas. Hassan era filho do empregado da casa de Amir com labios leporinos  e sua tinha fugido de casa quando ele nasceu.Eles se quase irmãos pois foram amamentado pela mesma ama de leite.

Hassan era muito leal e humilde ele faria tudo pelo amigo ''POR VOCÊ EU ISSO FARIA MIL VEZES''  ele constumava falar. Ja o Amir era covarde e se aproveitava da ignorancia e da falta de estudos do amigo.
Amir era ciumento e invejoso pois seu pai(baba como ele chama) demonstrava mais orgulho mais de Hassan.

So que um dia Hassan foi pego por uns meninos mais velho que lhe deram uma surra das feias e Amir so ficou olhando e para afastar  a culpa ele arma para o pai dele ser demitido.

A guerra explote lá ele vai para os EUA e anos depois ele recebe uma ligação para voltar pois ele tem a chance de ser bom de novo e descobre que Hassan deve um filho e ele precisa salva-lo. Não quero revelar muito para não tirar a surpresa.Mas eu recomento

''...Roubar é o maior pecado quando voce mata um homem,esta roubando uma vida.Esta roubando o direito da esposa o direito de ter um marido,roubando dos filhos um pai,Quando mente,esta roubando de alguem o direito de saber a verdade.Quando trapaceia,esta roubando o direito a justiça.não ha ato mais infame do que roubar...''  

E SE QUISEREM EU RECOMENTO ASSISTIR O FILME O CAÇADOR DE PIPAS DEPOIS DE LER POIS O LIVRO É BEM PARECIDO .


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Beautiful Creatures



Dezesseis Luas 
Ethan é um garoto normal de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos e totalmente atormentado por sonhos, ou melhor, pesadelos com uma garota que ele nunca conheceu. Até que ela aparece... Lena Duchannes é uma adolescente que luta para esconder seus poderes e uma maldição que assombra sua família há gerações. Mais que um romance entre eles, há um segredo decisivo que pode vir à tona. Eleito pelo Amazon um dos melhores livros de ficção de 2009. Direitos de tradução vendidos para 24 países. Um filme da série está sendo produzido. "Pacote completo: um cenário assustador, uma maldição fatal, reencarnação, feitiços, bruxaria, vudu e personagens que simplesmente prenderão o leitor até o fim..."

Sabe o que mais me chamou a atenção em Dezesseis Luas? Não, não foi a capa e nem a sinopse. Foi o fato de que a história é narrada por um menino, Ethan.

Eu tenho tendência a sempre gostar mais das personalidades dos homens da história, são, muitas vezes, mais sensatos e engraçados. E também tem o fato de como uma romântica incurável, eu gosto de ver o menino se apaixonando e nesse quesito Ethan não me decepcionou.

A narrativa flui com uma facilidade impressionante, dando atenção a detalhes importantes e alguns triviais que só complementaram a narrativa, ficando fácil imaginar a cidade de Gatlin e seus moradores. Lá pelo meio do livro a narrativa desanda um pouco, ficando um tanto massante e com excesso de informação, mas mesmo assim ela me prendeu do começo ao fim.

A impressão me deixou um pouco desanimada ja que faltavam letras e travessões eram lendas, mas mantive na cabeça que aquilo poderia ser só no meu livro (eu tenho muito azar kkkkk) e não esquentei com isso.

Lena me chamou a atenção por não ser nem patricinha nem a desconhecida da história. Ela era a estranha, a que todos odiavam já que era sobrinha de Macon Ravenwood, que nunca saiu de sua casa. Muitos moradores de Gatlin nunca viram seu rosto e todos falam que sua casa é mal-assombrada. Mas mesmo sendo alvo de tantas especulações ela não se importa. 

Seus momentos de fraqueza e negação não me fizeram odiá-la, como acontece com a maioria das protagonistas que são assim, na verdade me fizeram entendê-la ainda mais.

Ethan já é o cara popular da escola, mas não é o tipo metido, é muito simpático e normal. Mas sua vida muda de ponta cabeça quando a garota dos seus sonhos (literalmente), Lena, chega em Gatlin. Senti que Ethan cresceu durante o livro, não é uma mudança extraordinária, mas vemos as sutis alterações no seu modo de pensar.
Acorde, L. Você não pode me abandonar agora. Não assim. Preciso de você mais do que ela. - Ethan
O romance entre Lena e Ethan acontece ao longo do livro, a ligação deles é súbita, mas a declaração de seus sentimentos vem com muito custo e timidez, o que fez com que eles entrassem no meu Top 5 de casais favoritos. 
Nunca amei você mais do que a amo nesse exato segundo. E nunca vou amar você menos do que a amo nesse exato segundo.
-Ethan
Ler Dezesseis Luas foi uma montanha russa. Comecei com grandes expectativas, depois me desanimei um pouco no meio, mas o final compensa tudo com uma explosão de revelações, ação e romance. E a última página vem para te deixar com vontade de ler Dezessete Luas logo.



Dezessete luas Dezessete Luas


Sinopse:
Em seu primeiro romance, Dezesseis luas, Rami Garcia e Margaret Stohl conseguiram um feito invejável: conquistaram o exigente público jovem adulto.  Competindo com nomes como Stephanie Meyer e L.J. Smith, respectivamente autoras das sagas Crepúsculo e Diários do vampiro, o livro se tornou febre mundial. Prestes a ganhar as telas em superprodução da Disney, foi eleito um dos melhores de 2009 pela Amazon, ficou semanas na lista do New York Times. Traduzido para vários idiomas, best seller na França, ganha agora esperada seqüência.



Sempre coloco as sinopses dos livros antes de resenha-lós para que vocês se orientem rsrs mas resolvi colocar parte do que tem no site da Galera Record, para aguçar vcs ; ) rsrs  

Dezessete Luas é a continuação do bem sucedido Dezesseis Luas e para completar começo com um trecho da minha resenha de Dezesseis Luas:

Meus queridos, Dezesseis Luas me deixou desesperadamente feliz, é a prova de que o maravilhoso mundo sobrenatural ainda não se tornou natural como muitos amigos e leitores andam se expressando. Ainda temos muito o que desvendar,nos surpreender e aprender com tamanha genialidade e criatividade de nossos escritores, essa dupla Margaret Stohl e Rami Garcia deu super certo e trouxe a minha satisfação e acredito que de muitos em ler uma história tão rica de detalhes e novas visões e seres de um mundo amado por todos nós:  o Sobrenatural”



Começamos com Ethan pensando em tudo em que ele e Lena passaram nos últimos meses e chegando a conclusão de que:…
“ Lena achava que era a única amaldiçoada, mas estava errada.
A Maldição agora era nossa.” pág10.
 Como o povo costuma dizer que existe a maldição do segundo livro, confesso que fiquei com medo de encontrar um Ethan surtado rsrs , masss não foi bem assim.
Ethan com seu poder de narrador continua com seus momentos de porquês com sua amada, porém quem passa pela crise é Lena e depois da morte de seu tio Macon, ela já está com muitos porquês na cabeça sendo assim começa a se esquiva e tirar Ethan aos poucos de sua vida. É claro que  Ethan insiste mas logo ele vê que a mudança é radical, Lena começa andar com Ridley e um misterioso motoqueiro. Lena não usa mais o Kelt que é o símbolo da união dos dois e esta é uma das pistas para que Ethan entenda que a distância entre eles será inevitável.
Quando se acha que nada de mais estranho pode acontecer em Gatlin, coisas acontecem.Mas começam as féria de verão, Ethan tenta se concentrar pois vai trabalhar na biblioteca com Marian, o que ele não esperava é que ele ia ser o ajudante da ajudante, e ela se chamava Olivia a Liv, que vai bagunçar o coração de Ethan e nos proporcionar risadas quando estiver na companhia de Link.
No meio disso tudo Lena resolver ir embora de Gatlin.Só que Ethan está tendo novas visões e está cada vez mais convencido de que ele e Lena precisam enfrentar tudo juntos, só não sabe como, um emaranhado de visões fazem com que nós tentamos em muitos capítulos montar o quebra cabeça junto com Ethan, realmente os fios são muitos até que ele entende parte deles.O que sua mãe era, onde e como ela esbarrou no mundo dos Conjuradores e o mais importante o motivo de sua morte.
Depois disso tudo ele está decidido a se aventurar no mundo subterrâneo atrás de Lena.Só que ele não vai sozinho, seu amigo Link, Liv e a gata Lucille de sua tia o acompanham rumo ao mundo dos Conjuradores, nesse momento do livro nasce um destaque surpreendente para os três, quer dizer quatro Smiley piscando .
Amma continua com seus amuletos e com um destaque merecido, quando menos esperamos ela aparece.(E ela é minha preferida !! Ops .. rsrs Espero que ao longo da série não me tragam surpresas).
Nessa jornada muitos mistérios são revelados,outros personagens aparecem e outros se revelam, pessoas que Ethan achava que conhecia muiito bem, vão surpreende-ló e vamos ficar tão estarrecidos quanto ele.

Tenho que confessar para vocês,durante grande parte do livro suas cólicas de curiosidade vão passar e fazer você feliz, mas… elas vão voltar rsrs.
Que venha Dezoito Luas.!!! Pois Rami e Margaret passaram disparado na maldição do segundo livro e só deixaram nós leitores ainda desejosos por saber mais sobre os Conjuradores e nosso personagens preferidos.

Hipnotista


Título: O Hipnotista
Autor: Lars Kepler | Editora: Intrínseca
Sinopse: O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios 
chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.
A história começa com o brutal assassinato – ou, talvez, o abate seja uma palavra melhor – de toda uma família em um subúrbio de Estocolmo. Dois pais e sua filha pequena foram esfaqueados até a morte. Um irmão mais velho, Josef Ek, de 15 anos, é o único sobrevivente na casa. Ele está em estado crítico e extremamente fraco. Todos os membros da família, incluindo Josef, receberam várias facadas. Uma irmã mais velha que se afastou também sobreviveu ao crime.
O investigador de polícia encarregado do caso, Joona Linna, tem certeza de que o assassino vai tentar matar a irmã sobrevivente. Mas não há pistas sobre a cena do crime. Ele não pode encontrar qualquer motivo. E a única testemunha, Josef Ek, ainda está em coma. Então, ele decide tentar ter o menino hipnotizado, na esperança de que Josef tem informações que podem levá-lo ao assassino. Um especialista em hipnotismo, Dr. Erik Maria Bark, muito relutantemente concorda em voltar ao seu ofício, após uma ausência de 10 anos para ajudar a resolver o crime.
A hipnose funciona. Dr. Bark é capaz de fazer Josef falar sobre o assassinato de sua família. No entanto, a história que ele conta é intrigante, surpreendente e não em tudo o que Erik Maria Bark e detetive Joona Linna tinha esperado. E – é ao que parece – o hipnotismo põe em movimento uma cadeia nova e terrível de eventos. Sem aviso, uma onda de violência imprevistos e acontecimentos inexplicáveis ??sucessos Erik e sua família.
Erik e logo terá que enfrentar seu passado de uma forma inesperada. Em vez de resolver o caso, a hipnose tem transformado a situação e, agora, a violência aumenta. Uma porta para um cérebro atormentado – um abismo humano – foi aberto. Ele não pode ser facilmente fechado.
O Hipnotista é um livro com uma história especial e interessante. Uma das razões é que não há, na verdade, um Kepler Lars. Lars Kepler é um pseudônimo, e quando a obra (Hypnotisören título original, publicado na Suécia em 2009) foi publicada na Suécia logo ficou claro que este foi um excelente livro e se tornaria um best-seller.
Assim, a mídia começou uma caça às bruxas regulares na Suécia para tentar descobrir quem havia escrito. E vários autores conhecidos suecos, incluindo Jan Guillou e Henning Mankell, tiveram que negar publicamente que eles o haviam escrito. Então, no final, os autores – Alexandre e Alexandra Coelho Ahndoril, um casal, de 42 e 43 anos, tiveram que ir a público

Insaciavel

''Meena tem o dom de prever o futuro e usa isso para escrever um livro de sucesso, mas justo quando ela previu uma moda de temas vampirescos, ataques de vampiros tomam a cidade de Nova York.
Agora Meena vai ser usada por um simpático detetive da Guarda Paladinapara, se aproveitando de seus dons de vidente, procurar um vampiro de péssima reputação… e também muito sedutor.''





Mordida

O poder especial de Meena Harper finalmente será valorizado. A Guarda Palatina - uma poderosa unidade secreta que caça demônios - a contratou para trabalhar na filial de Manhattan. A questão é- seu ex-namorado, Lucien Antonesco, é filho do Drácula e o príncipe da escuridão. Meena decidiu que já chega de vampiros em sua vida, ao menos até que consiga provar que, mesmo não tendo alma, os seres demoníacos não perderam a capacidade de amar.
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Sob a luz da Lua

Best seller do New York Times, Sob a luz da lua, é o primeiro livro da série Nightshade, de Andrea Cremer. A protagonista Calla Thor não é uma menina normal, e sempre soube que seu destino seria se unir a Ren Laroche, sendo sua fiel companheira até o último dia de suas vidas. Só que Calla, assim como Ren, é tão humana quanto loba. Alfa dos Nightshades, ela é responsável pelo bem estar e segurança dos outros integrantes de seu grupo e deve obediência aos Defensores, feiticeiros que vigiam os humanos desde tempos imemoriais. Tudo estaria a salvo se não fosse Shay Doran, um misterioso humano que faz Calla transgredir as severas leis que regem seu mundo e colocar em risco não só a sua vida, mas a de todos aqueles que ama. O segundo volume da série acaba de ser lançado nos Estados Unidos e também já está na lista de mais vendidos do New York Times. No site da autora www.andreacremer.com a seção Sound Scripts cria uma trilha sonora para acompanhar a leitura do livro, capítulo a capítulo.




Um livro grande e pesado chegou na minha porta, prometendo ser mais uma grande série sobre seres sobrenaturais. Logo na capa, já tive uma dica de que eu possivelmente amaria ler: um comentário da Becca Fitzpatrick, autora de Hush Hush. História de lobisomens, aí vou eu!
Logo no primeiro capítulo de Sob a Luz da Lua, a autora já nos confronta com o grande clímax do livro – a mocinha encontra o mocinho, a mágica acontece, mas eles não podem ficar juntos. Ok. Me impressionou essa coisa de não se criar um monte de histórias antes de acontecer aquilo que deve ser o movimento da história, mas essa é realmente a grande sacada: Cremer joga a isca, te mostrando qual é a do livro, e depois só cria a história por trás. É o principal fator que nos prende à história.
Em Vail, Colorado, algo misterioso paira no ar: a cidade é monitorada por lobisomens, que protegem a área e seus pontos sagrados. Esses lobos são os Guardiões, os protetores dos Defensores. Dentro dessa cidade há dois bandos, os Bane e os Nightshades. Em 31 de outubro, no Samhain, um terceiro bando será formado unindo o alfa herdeiro dos Bane, Ren, e a alfa herdeira dos Nightshade, Calla.
Confesso ter um pouco de antipatia de heroínas, porque muitas vezes elas agem exatamente ao contrário do que se espera delas, mas Calla é diferente. Muito embora ela realmente faça um bocado de coisas estúpidas no decorrer da narrativa, ela sabe o que é o certo e muitas vezes não parece só conformada com o seu destino (que foi traçado logo que ela nasceu), mas parece feliz com o que a espera. Mas como toda heroína, tem AQUELE cara que faz as coisas parecerem diferentes, que faz com que você queira mudar tudo, só para ficar perto dele. O cara em questão é Shay Doran.
Shay também é o típico mocinho: jovem, lindo e gostosão. Mas ele também tem o lado nerd, que gosta de ficar lendo e adora histórias em quadrinho. É ou não de se apaixonar? Ele é aquele diabinho pentelho no ombro de Calla, que a faz se questionar de todas as coisas que já estavam destinadas a ela, e a faz até mesmo duvidar de sua própria história, sobre o que é bom ou mau – e é esse lado que faz as coisas ficarem ainda mais legais.
Sobre os outros personagens, posso falar especialmente de Ren (que é o cara que inicialmente parece mau, e que é lindo, gostosão e pegador), que é de longe o meu personagem favorito, por seu temperamento explosivo, seu jeito muito safado e galanteador. Ansel, o irmão de Calla, é o tipo do irmão que todo mundo gostaria de ter (e algumas pessoas não tem), aquele que está sempre do seu lado e te apoia em tudo e jamais discute – se bem que não dá pra discutir muito quando sua irmã mais velha é quem lidera a alcatéia… Alguns personagens são apenas citados e pouco se fala sobre eles, como por exemplo Dax, Sabine e Cosette (dos Bane) e Fey (Dos Nightshade). Eu espero que nos próximos volumes eles tenham mais participação e consiga se saber mais sobre eles.
Uma coisa que me deu um pouco de antipatia sobre os personagens é que no início do livro eles são uma coisa, e chegando no final, eles são outra. Ficou parecendo que do jeito que a autora estava conduzindo a história, os personagens não estavam mais se encaixando, e daí, foi necessário fazer com que eles mudassem um pouco para adaptá-los. Achei estranho.
Para finalizar, acho que a mitologia por trás da história é bastante complexa e ficou pouco clara durante a narrativa. É óbvio que a autora passou os detalhes cruciais, aqueles dos quais o entendimento dos fatos dependia, mas muita coisa foi apenas jogada no decorrer da história, e esse foi o único ponto que me deixou decepcionada.
E, é claro, como boa autora, Andrea Cremer encerrou seu primeiro volume no momento em que eu mais tinha perguntas em mente, tanto sobre os acontecimentos, quanto sobre a história que desencadeou as perseguições e planos e tramoias. Nos Estados Unidos, a série já conta com o terceiro volume e um “prequel”.


Antes que eu vá


"Os detalhes que compõem o padrão especial da minha vida como em colchas de retalhos, que são especiais por causa dos pequenos defeitos na costura, pequenos espaços, alto-relevos e falhas que jamais podem ser reproduzidos.
Algumas coisas se tornam lindas quando você realmente olha."
(p. 261)

Se você tivesse a chance de reviver o último dia de sua vida - sete vezes seguidas -, o que faria? Com quem passaria suas últimas horas? Com amigos, familiares, uma pessoa que você ama...? Correria contra o tempo para consertar seus erros?
Se nos seus últimos segundos, um filme sobre sua vida passasse diante de seus olhos, valeria a pena assisti-lo?

Pois esta é a história de Samantha Kingston, uma jovem de apenas 17 anos que aparentemente tem tudo que poderia desejar. Ela é bonita, popular e namora o cara mais cobiçado do colégio Thomas Jefferson. Mas um acidente de carro está prestes a tomar-lhe tudo. Contudo, Sam tem não apenas uma segunda chance, mas sete. Após o acidente, ela acorda naquela mesma sexta-feira, 12 de fevereiro.
Este é um dos dias mais esperados do ano letivo por Sam e suas amigas, pois se trata do Dia do Cupido, o dia em que se envia e recebe "Namogramas" - rosas com bilhetes - de seus amigos, namorado(a) e admiradores. A quantidade de rosas que uma pessoa recebe demonstra o quanto é popular. Claro que ela e suas amigas inseparáveis - Lindsay, Elody e Ally -, estão ansiosas pelas muitas rosas que receberão.

Como típicas garotas populares, Sam e suas amigas acreditam que podem fazer tudo e sair ilesas. Elas matam aulas, infernizam professores e, claro, fazem brincadeiras de muito mau gosto com colegas, escolhendo o alvo para a prática de bullying: Juliet Sykes. Por conta disto, tive receio de odiar a protagonista e consequentemente, detesta a leitura deste livro, mas não foi o que ocorreu. Foi difícil julgá-la, apesar de suas atitudes que desaprovo totalmente. Aos poucos vamos conhecendo melhor cada personagem e notando o que há realmente por trás de suas atitudes.

 
"Tente não me julgar. Lembre-se de que somos iguais, eu e você.
Também pensei que fosse viver para sempre.”
(p. 102)

 
Sam tem a oportunidade de mudar. Viver o mesmo dia várias vezes lhe dará a chance de reconhecer como pequenas decisões possuem o poder de grandes mudanças tanto em sua vida quanto na vida das pessoas a sua volta. É o “efeito borboleta” – o bater de asas de uma simples borboleta que poderia provocar um tufão do outro lado do mundo. E Sam finalmente percebe como suas atitudes afetam o outro.
E, percebe como as pequenas rotinas são as verdadeiras responsáveis por sua felicidade. Os “Namogramas” – ou sua popularidade - já não possuem mais o mesmo valor para uma garota que tem suas horas de vida contadas. 

"Não consigo parar de pensar em como a vida é estranha, (...) - em como tudo é complexo e conectado, tudo entrelaçado como se fosse uma rede enorme e invisível -, e em como, às vezes, você pode achar que está fazendo a coisa certa, mas na verdade está fazendo algo terrível e vice-versa."
(p. 321)

No fim, me vi torcendo por Samantha. Para que ela tivesse a chance de retomar sua vida depois de ter aprendido sua lição. Torci por ela, por Kent – um amigo de infância de Sam que ela passa a ignorar por conta de sua popularidade; um cara apaixonante que vê na garota algo além do que ela mesma é capaz de enxergar em si -, e por Juliet Sykes, a garota que sofre em silêncio as consequências do bullying até o fardo se tornar insuportável demais para carregar.

“Antes que eu vá” de Lauren Kate é um livro emocionante, muito bem narrado, que partiu meu coração em mil pedaços e me fez refletir sobre ação e reação de cada um de nossos atos e sobre a vida e o tempo; em quão pouco controle temos sobre eles e como em uma questão de segundos todos os nossos sonhos e planos nos são tomados. A vida é frágil e o tempo escorrerá pelos nossos dedos se tentarmos segurá-lo.

Assim como iniciei esta resenha com diversas questões, finalizo com uma última pergunta: “Se hoje fosse seu último dia, como viveria?” Faça valer a pena.